0 Orphan Black




Hello, everybody!!!
Hoje quero apresentar para vocês que ainda não conhecem, a série que estreou este ano e apesar da pouca divulgação acabou sendo muito mais do que eu esperava, superando todas as minhas expectativas. Estamos falando de Orphan Black, galera! Preparem-se para conhecer o improvável e mergulhar de cabeça no mundo dos clones.

Em primeiro lugar, quero que saibam que eu nunca tinha ouvido falar nessa trama até poucas semanas atrás. Participo de um grupo de séries no facebook e por intermédio de um dos membros é que fui interligada ao incrível e intrigante mundo da "Neovolução" do Dr. Aldous Leek.

Orphan Black é uma série totalmente diferente das que estou acostumada a assistir, e talvez por isso, seja tão empolgante. Nesta trama, vamos acompanhar a história da órfã Sarah Manning, que após presenciar o suicídio de uma desconhecida muito parecida consigo, decide assumir a identidade da morta, sem saber que, na verdade, está entrando num verdadeiro jogo de vida ou morte.

Sarah, uma punk que cresceu pelas ruas envolvendo-se com drogas e traficantes da pesada, encontra um mundo totalmente diferente quando assume o lugar da desconhecida, Elizabeth Childs, e seu único plano é: Raspar todo o dinheiro da conta de Beth e recomeçar sua vida em um lugar bem longe de sua vida passada, ao lado de seu irmão Felix e sua pequena filha, Kira. 

Entretanto, conforme vai se adaptando à vida sob um novo nome, Sarah descobre uma complicada conspiração. Como de costume, novamente ela está em encrencas, porém, com uma proporção muito maior do que ela jamais poderia ter imaginado.

Beth Childs era uma policial, e quando assumiu o lugar da detetive, Sarah também trouxe os problemas dela para si. Agora, ela precisa proteger-se, enquanto tenta descobrir mais pistas sobre uma trama que coloca sua vida em risco.

Nossa protagonista descobre nada mais, nada menos que tem, no mínimo, nove garotas espalhadas por aí literalmente idênticas a ela, e que por mais estranho e improvável que pareça, todas elas são clones, criadas por um cientista alucinado pela "Neovolução", e que, para sua infelicidade, ela não é uma pessoa comum como qualquer outra, e sim, um experimento criado com sucesso pela ciência.

Enquanto tenta unir forças ao lado de mais duas clones — Alison e Cosima — para descobrir mais sobre suas origens, Sarah precisa se preocupar com mais uma, e talvez pior, conspiração: Um assassino profissional que está disposto a matá-las.

Posso falar? Eu adorei, adorei essa série. Me prendeu muitíssimo! Como eu disse antes, nunca tinha visto séries nesse estilo de ficção-científica, mas super valeu a pena. A primeira temporada tem apenas 10 episódios — que eu praticamente devorei em três dias — e consegue envolver o público de uma maneira inexplicável. Acho que pelo fato de ser algo surreal, mas ao mesmo tempo não tão impossível. É claro que não existem clones ou algo assim, mas parece tão real! E acho que é isso que fascina tanto o público.

E eu gostaria de destacar aqui a impressionante e sensacional atuação da Tatiana Maslany, que dá vida a todas as clones. Sinceramente, ela vai além de qualquer simples atuação e merece ganhar todos os prêmios aos quais for indicada, porque a atuação dela em Orphan Black é simplesmente surreal!

Eu, como fã de The Vampire Diaries, achava um máximo a atuação da Nina Dobrev e a maneira como ela conseguia interpretar Elena e Katherine, denotando um peculiaridade que cada uma tinha, diferenciando-as de maneira perfeitamente convincente. Mas após assistir a Tatiana Maslany atuando, eu sinceramente, revi meus conceitos. Porque a garota é realmente impressionante! Soltando um pequeno "spoilerzinho" mas que não revela tanto assim, vou contar que nessa primeira temporada, ficamos cientes da existência de nove clones, e dessas nove, as principais são: Sarah, Alison, Cosima e Helena. Então, imaginem a Tatiana entrando em cada personagem, adquirindo a personalidade de cada uma delas e mostrando isso nas cenas? Você as reconhece de imediato, sem deixar escapar nadinha! E não é mesmo fácil, levando em conta que as garotas são completamente diferentes.

Fazendo um pequeno resumo, Sarah é uma punk, rebelde, que diz "foda-se" para tudo. Alison é uma dona de casa dedicada, casada, com dois filhos adotivos e totalmente recatada. Cosima é uma nerd que se entrega totalmente ao seu trabalho nas pesquisas científicas que vive fazendo sobre si mesma. E Helena é a clone psicótica, influenciável e completamente insana. Então, imagem todas essas personalidades em uma só pessoa. E independente da dificuldade, nossa protagonista tem talento o suficiente para conseguir interpretar cada uma delas sem deixar brechas. E, pode até ser um comentário desnecessário (Pode ser, não. É desnecessário!) mas diversas vezes durante os episódios, eu via a Kaya Scodelario na Tatiana, rs. Em certos momentos elas se pareciam tanto fisicamente que eu me perguntava se estava ficando louca. E algumas atitudes dela quando interpretava a Sarah era totalmente Effy. E, ok, vou me calar porque isso é muito skins na vida, rs.

Mesmo com toda essa pegada de mistério e ciência, a série também tem espaço para um romance. Beth Childs, a policial, tinha um namorado, Paul, ao qual Sarah acaba por se envolver quando assume a identidade da suicida, e secretamente nos leva a torcer para que fiquem juntos. Mas, é claro que o foco não é o romance dos dois. É um caso paralelo, que acontece naturalmente, sem tirar o foco principal da trama.

Eu poderia passar horas aqui falando sobre o quanto adorei essa série, mas é altamente complicado fazer isso sem liberar spoilers, então vou ficar por aqui e deixar vocês na curiosidade, para que assistam e se surpreendam tanto quanto eu.

A parte triste é que a primeira temporada acabou de terminar com os 10 episódios e só voltará em 2014. E se é que posso comentar: QUE EPISÓDIO FINAL FOI ESSE??? De matar! Estou desesperadamente curiosa, e esperar até 2014 é pedir demais da minha paciência limitada.

Bom, agora que já estão devidamente apresentados, para deixar ainda mais tentadora e irrecusável a minha proposta para que acompanhem a série, assistam o trailer abaixo, tirem suas próprias conclusões e depois me contem se é apaixonante ou não o mundo de Orphan Black.

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